| Data, hora | Velocidade do vento | Pressão | Latitude | Longitude | Movimento | Status |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 232 km/h | 940 mb | 18,7 | -132,3 | 20 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 232 km/h | 940 mb | 18,5 | -131,2 | 17 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 222 km/h | 946 mb | 18,2 | -130,3 | 16 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 213 km/h | 949 mb | 18,1 | -129,4 | 16 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 222 km/h | 945 mb | 18,0 | -128,5 | 19 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 222 km/h | 945 mb | 18,0 | -127,4 | 20 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 213 km/h | 950 mb | 17,7 | -126,3 | 17 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 213 km/h | 950 mb | 17,4 | -125,4 | 13 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 222 km/h | 945 mb | 17,3 | -124,7 | 13 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 222 km/h | 945 mb | 17,2 | -124,0 | 13 km/h O | Furacão categoria 4 | |
| 204 km/h | 954 mb | 17,1 | -123,3 | 16 km/h O | Furacão categoria 3 | |
| 148 km/h | 973 mb | 17,1 | -122,4 | 13 km/h O | Furacão categoria 1 | |
| 130 km/h | 980 mb | 17,3 | -121,7 | 18 km/h O | Furacão categoria 1 | |
| 120 km/h | 983 mb | 17,2 | -120,7 | 22 km/h NO | Furacão categoria 1 | |
| 111 km/h | 987 mb | 16,7 | -119,6 | 26 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 111 km/h | 987 mb | 16,1 | -118,3 | 25 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 102 km/h | 989 mb | 15,3 | -117,2 | 20 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 102 km/h | 989 mb | 14,4 | -116,6 | 16 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 102 km/h | 988 mb | 13,9 | -115,9 | 16 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 102 km/h | 990 mb | 13,4 | -115,2 | 13 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 93 km/h | 995 mb | 12,9 | -114,7 | 17 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 83 km/h | 999 mb | 12,4 | -113,9 | 27 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 83 km/h | 1.000 mb | 11,7 | -112,6 | 26 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 74 km/h | 1.001 mb | 10,8 | -111,5 | 21 km/h NO | Tempestade tropical | |
| 56 km/h | 1.006 mb | 10,0 | -110,7 | 20 km/h NO | Depressão tropical | |
| 56 km/h | 1.006 mb | 9,5 | -109,7 | 18 km/h O | Depressão tropical | |
| 46 km/h | 1.006 mb | 9,5 | -108,7 | 17 km/h O | Depressão tropical | |
| 46 km/h | 1.007 mb | 9,4 | -107,8 | 16 km/h O | Depressão tropical | |
| 46 km/h | 1.007 mb | 9,1 | -107,0 | 8 km/h O | Depressão tropical | |
| 37 km/h | 1.007 mb | 9,0 | -106,6 | 11 km/h O | Depressão tropical | |
| 37 km/h | 1.007 mb | 9,0 | -106,0 | 13 km/h O | Depressão tropical | |
| 28 km/h | 1.008 mb | 8,9 | -105,3 | 9 km/h O | Depressão tropical | |
| 28 km/h | 1.008 mb | 8,8 | -104,8 | 8 km/h O | Depressão tropical | |
| 28 km/h | 1.008 mb | 8,7 | -104,4 | 11 km/h O | Depressão tropical | |
| 28 km/h | 1.008 mb | 8,6 | -103,8 | 0 km/h N | Depressão tropical |
Karina era um furacão de categoria 4 sobre águas abertas, sem nada nas proximidades, avançando a 20 km/h na direção de 281° em sua última leitura. A leitura de 2026-09-02 12:00 UTC colocou Karina em 18.7, -132.3, com ventos sustentados de 232 km/h, rajadas de 267 km/h e pressão central de 940 mb. Karina manteve a intensidade de categoria 4 em relação à leitura anterior, com a mesma velocidade do vento, intensidade das rajadas e pressão. A tempestade atingiu sua maior intensidade registrada às 06:00 UTC de 2 de setembro, quando os ventos também estavam a 232 km/h e a pressão era de 940 mb. Karina começou como depressão tropical em 25 de agosto, tornou-se tempestade tropical em 27 de agosto, atingiu a força de furacão de categoria 1 em 30 de agosto e se intensificou rapidamente para categoria 4 em 31 de agosto. O registro terminou, portanto o RainViewer não adicionará novas leituras.
Nenhum alerta ou aviso ativo.
25 de agosto — Forma-se como depressão tropical
Karina inicia o registro como uma depressão tropical, com ventos de 28 km/h, rajadas de 32 km/h e pressão de 1.008 mb. A primeira leitura coloca o centro em 8.6°N, 103.8°W, sem local próximo ou massa de água nomeada indicado na leitura. Karina permanece quase estacionária no início e depois começa a avançar para oeste.
27 de agosto — Intensifica-se para tempestade tropical
Karina se torna uma tempestade tropical às 18:00 UTC de 27 de agosto, com vento sustentado de 74 km/h, rajadas de 85 km/h e pressão de 1.001 mb. O centro está em 10.8°N, 111.5°W. O movimento muda para noroeste, a 21 km/h, após vários dias de deslocamento predominantemente para oeste.
30 de agosto — Atinge a força de furacão de categoria 1
Karina atinge a força de furacão de categoria 1 às 06:00 UTC de 30 de agosto, com ventos de 120 km/h, rajadas de 138 km/h e pressão de 983 mb. Seis horas depois, o vento chega a 130 km/h e a pressão cai para 980 mb. Às 18:00 UTC, o vento está a 148 km/h e a pressão é de 973 mb.
31 de agosto — Intensifica-se rapidamente para categoria 4
Karina atinge a categoria 3 às 00:00 UTC de 31 de agosto, com ventos de 204 km/h e pressão de 954 mb. Seis horas depois, torna-se um furacão de categoria 4, com ventos de 222 km/h e pressão de 945 mb. O centro está em 17.2°N, 124.0°W, avançando para oeste-noroeste a 13 km/h.
2 de setembro — Registra sua intensidade máxima
Karina registra seu vento mais forte, de 232 km/h, em 2 de setembro às 06:00 UTC, com rajadas de 267 km/h e pressão de 940 mb. A leitura mais recente, seis horas depois, mantém os mesmos valores de vento, rajadas e pressão. O centro está em 18.7°N, 132.3°W, avançando para oeste-noroeste a 20 km/h.
Karina se intensifica continuamente, passando de ventos de 28 km/h e 1.008 mb em 25 de agosto para 232 km/h e 940 mb em 2 de setembro. A maior queda de pressão ocorre durante a transição de tempestade tropical para furacão intenso: a pressão cai de 987 mb às 18:00 UTC de 29 de agosto para 945 mb às 06:00 UTC de 31 de agosto. Uma pressão central mais baixa geralmente corresponde a um ciclone tropical mais forte. O vento aumenta junto com a queda de pressão, atingindo a categoria 4 dentro de 24 horas após a primeira leitura de categoria 1.
O movimento de Karina é inicialmente lento, depois fica mais rápido e variável na direção. O sistema avança principalmente para oeste de 25 a 27 de agosto, vira para noroeste de 27 a 29 de agosto e depois volta a se deslocar para oeste-noroeste. A velocidade de avanço chega a 27 km/h em 28 de agosto, diminui para 13 km/h durante as primeiras leituras de categoria 4 e está em 20 km/h na leitura mais recente. As duas últimas leituras mostram vento e pressão inalterados, indicando intensidade estável nesse intervalo.
Abra a camada de trajetórias de tempestades tropicais no RainViewer para acompanhar as posições registradas do centro de Karina. Cada ponto da trajetória mostra a categoria da tempestade naquele momento: os pontos de depressão tropical são ciano, os de tempestade tropical são azuis, os de categoria 1 são amarelos, os de categoria 2 são âmbar, os de categoria 3 são laranja, os de categoria 4 são vermelhos e os de categoria 5 são vermelho-escuros. A trajetória mostra a evolução de Karina, de depressão a furacão de categoria 4 sobre as águas abertas do Pacífico Oriental.
Compare o ponto mais recente com os anteriores para ver o deslocamento de Karina para oeste e oeste-noroeste, as mudanças na velocidade de avanço e as mudanças de intensidade. O RainViewer exibe a trajetória registrada, enquanto os avisos oficiais e as informações atuais de segurança pública vêm do serviço meteorológico nacional. Configure um alerta para sua área no aplicativo RainViewer no Google Play ou na App Store.
A maior intensidade registrada de Karina foi a categoria 4, com vento sustentado de 232 km/h, rajadas de 267 km/h e pressão de 940 mb. A tempestade atingiu esses valores nas leituras de 2 de setembro.
Karina era uma tempestade tropical às 00:00 UTC de 30 de agosto e atingiu a força de furacão de categoria 1 seis horas depois. Karina atingiu a categoria 3 outras 18 horas depois e a categoria 4 seis horas mais tarde.
As coordenadas identificam o centro de Karina, enquanto os valores de vento e pressão descrevem a tempestade naquela leitura. O valor do movimento indica a direção em graus e a velocidade de avanço em quilômetros por hora; ele não descreve o tempo em nenhum local próximo.
Os ciclones tropicais recebem nomes de listas previamente definidas e usadas em sua bacia. Os nomes facilitam distinguir uma tempestade de outra nas informações meteorológicas e nos registros históricos.