| Data, hora | Velocidade do vento | Pressão | Latitude | Longitude | Movimento | Status |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 74 km/h | 1.006 mb | 36,6 | -49,6 | 25 km/h E | Tempestade tropical | |
| 74 km/h | 1.006 mb | 36,7 | -51,3 | 28 km/h E | Tempestade tropical | |
| 56 km/h | 1.013 mb | 36,3 | -53,1 | 31 km/h E | Depressão tropical | |
| 56 km/h | 1.013 mb | 35,7 | -55,0 | 29 km/h NE | Depressão tropical | |
| 56 km/h | 1.013 mb | 34,4 | -56,1 | 33 km/h NE | Depressão tropical | |
| 56 km/h | 1.014 mb | 32,9 | -57,3 | 33 km/h N | Depressão tropical | |
| 46 km/h | 1.015 mb | 31,2 | -58,0 | 39 km/h N | Depressão tropical | |
| 37 km/h | 1.016 mb | 29,1 | -58,2 | 30 km/h N | Depressão tropical | |
| 37 km/h | 1.016 mb | 27,5 | -58,3 | 0 km/h N | Depressão tropical |
Hanna é uma tempestade tropical em mar aberto, sem nada nas proximidades, movendo-se para leste a 25 km/h. A leitura mais recente coloca Hanna em 36,6°N, 49,6°O. Hanna tem ventos máximos sustentados de 74 km/h, rajadas de 85 km/h e pressão central de 1.006 mb. A velocidade dos ventos e a pressão de Hanna permanecem estáveis em comparação com a leitura anterior, feita seis horas antes. Hanna se fortaleceu de uma depressão tropical para uma tempestade tropical em 28 de setembro, atingindo sua maior velocidade de vento registrada, 74 km/h, às 12:00 UTC e mantendo essa velocidade às 18:00 UTC. As leituras disponíveis não identificam uma cidade, região, país ou corpo d’água nomeado próximo à posição mais recente de Hanna.
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26 de setembro — Forma-se como depressão tropical
A primeira leitura de Hanna, às 18:00 UTC, classificou o sistema como depressão tropical, com ventos de 37 km/h, rajadas de 43 km/h e pressão de 1.016 mb. O centro estava em 27,5, -58,3, no Mar dos Sargaços, e o sistema estava estacionário naquele momento.
27 de setembro — Depressão se fortalece e começa a se mover
Durante 27 de setembro, os ventos de Hanna aumentaram de 37 km/h para 56 km/h, enquanto a pressão caiu de 1.016 mb para 1.013 mb. O movimento aumentou de 30 km/h para 33 km/h, e a direção mudou de 3° para 33°. As leituras continuaram colocando Hanna no Mar dos Sargaços.
28 de setembro — Pressão cai para 1.006 mb
Às 06:00 UTC, Hanna continuava sendo uma depressão tropical, com ventos de 56 km/h e pressão de 1.013 mb. Às 12:00 UTC, a pressão havia caído para 1.006 mb e o vento aumentado para 74 km/h, uma mudança marcante na estrutura registrada do sistema.
28 de setembro — Alcança força de tempestade tropical
Hanna tornou-se uma tempestade tropical às 12:00 UTC, com ventos sustentados de 74 km/h e rajadas de 85 km/h. O centro estava em 36,7, -51,3, sobre águas abertas, seguindo para 74° a 28 km/h. Esta é a leitura mais forte registrada.
As leituras de Hanna mostram uma sequência clara de fortalecimento. O vento sustentado aumentou de 37 km/h para 74 km/h, enquanto a pressão central caiu de 1.016 mb para 1.006 mb. A pressão central é a pressão medida perto do centro da tempestade; um valor em queda acompanhado de vento mais forte é compatível, nestas observações, com um sistema tropical em intensificação. As rajadas aumentaram de 43 km/h para 85 km/h. O sistema permaneceu como depressão tropical até 06:00 UTC de 28 de setembro, antes de alcançar força de tempestade tropical seis horas depois.
O movimento de Hanna não foi constante em direção. A primeira leitura mostrou 0° a 0 km/h, seguida por velocidades de 29 km/h a 39 km/h enquanto a direção mudava de 3° para 34°. As duas leituras finais mudaram de 68° para 74°, enquanto a velocidade passou de 31 km/h para 28 km/h. As leituras confirmam o fortalecimento e a mudança de movimento, mas não identificam as causas ambientais.
Ative a camada de trajetórias de tempestades tropicais no RainViewer para acompanhar as posições registradas do centro de Hanna. Cada ponto é colorido de acordo com a classificação de Hanna naquele momento: ciano indica depressão tropical e azul indica tempestade tropical. As categorias posteriores de furacão usam amarelo para a categoria 1, âmbar para a categoria 2, laranja para a categoria 3, vermelho para a categoria 4 e vermelho-escuro para a categoria 5. Os pontos registrados de Hanna são cianos durante a fase de depressão e azuis na leitura mais recente.
Compare o ponto mais recente com os anteriores para ver o movimento de Hanna a partir das leituras no Mar dos Sargaços até a posição mais recente sobre águas abertas sem nome. Os detalhes do ponto mostram o horário, a posição, o vento, a pressão e o movimento registrados naquele momento. O RainViewer atualiza o radar a cada 5 minutos, enquanto a trajetória da tempestade reflete os horários de observação disponíveis. Configure um alerta para sua área no aplicativo RainViewer no Google Play ou na App Store.
Hanna se desenvolveu durante a temporada de furacões de 2026 no Atlântico Norte, quando ciclones tropicais costumam se formar entre junho e novembro. As leituras colocam seu centro inicial no Mar dos Sargaços e mostram um sistema que se fortaleceu ao longo de dois dias. As observações não incluem temperatura da superfície do mar, umidade, cisalhamento do vento ou a perturbação que precedeu Hanna; portanto, não é possível saber aqui o motivo exato de Hanna ter se formado naquele local e momento.
O registro disponível não fornece comparações históricas verificadas com tempestades anteriores do Atlântico Norte. Por isso, esta página não atribui a Hanna uma posição histórica nem a compara com tempestades nomeadas de outros anos. As leituras sustentam uma conclusão mais restrita: Hanna começou como depressão tropical, fortaleceu-se até o status de tempestade tropical em 28 de setembro e alcançou 74 km/h nas observações fornecidas.
Um milibar mede a pressão atmosférica. A leitura de 1.006 mb de Hanna é a menor pressão central do registro fornecido, abaixo dos 1.016 mb da primeira leitura.
Vento sustentado é a velocidade contínua do vento registrada na tempestade, enquanto uma rajada é um aumento breve para uma velocidade maior. A leitura mais recente de Hanna indica vento sustentado de 74 km/h e rajadas de 85 km/h.
Os nomes facilitam a identificação de um ciclone tropical quando vários sistemas estão sendo monitorados na mesma bacia ou temporada. Hanna é o nome atribuído a este sistema do Atlântico Norte.